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* Literatura Brasileira


"Enquanto a sociedade feliz não chega, que haja pelo menos
fragmentos de futuro em que a alegria é servida como

sacramento, para que as crianças aprendam que o

mundo pode ser diferente. Que a escola,

ela mesma, seja um fragmento do

futuro..."

Rubem Alves


Rubem Alves nasceu no dia 15 de setembro de 1933, em Boa Esperança, sul de Minas Gerais, naquele tempo chamada de Dores da Boa Esperança. A cidade é conhecida pela serra imortalizada por Lamartine Babo e Francisco Alves na música "Serra da Boa Esperança".

A família mudou-se para o Rio de Janeiro, em 1945, onde, apesar de matriculado em bom colégio, sofria com a chacota de seus colegas que não perdoavam seu sotaque mineiro. Buscou refúgio na religião, pois vivia solitário, sem amigos. Teve aulas de piano, mas não teve o mesmo desempenho de seu conterrâneo, Nelson Freire. Foi bem sucedido no estudo de teologia e iniciou sua carreira dentro de sua igreja como pastor em cidade do interior de Minas.

No período de 1953 a 1957 estudou Teologia no Seminário Presbiteriano de Campinas (SP), tendo se transferido para Lavras (MG), em 1958, onde exerce as funções de pastor naquela comunidade até 1963.

Casou-se em 1959 e teve três filhos: Sérgio (1959), Marcos (1962) e Raquel (1975). Foi ela sua musa inspiradora na feitura de contos infantis.

Em 1963 foi estudar em Nova York, retornando ao Brasil no mês de maio de 1964 com o título de Mestre em Teologia pelo Union Theological Seminary. Denunciado pelas autoridades da Igreja Presbiteriana como subversivo, em 1968, foi perseguido pelo regime militar. Abandonou a igreja presbiteriana e retornou com a família para os Estados Unidos, fugindo das ameaças que recebia. Lá, torna-se Doutor em Filosofia (Ph.D.) pelo Princeton Theological Seminary.

O autor é membro da Academia Campinense de Letras, professor-emérito da Unicamp e cidadão-honorário de Campinas, onde recebeu a medalha Carlos Gomes de contribuição à cultura.

Obras

Crônicas:


As contas de vidro e o fio de nylon, Editora Ars Poética (São Paulo)
Navegando, Editora Ars Poética (São Paulo)
Teologia do cotidiano, Editora Olho D'Água (São Paulo)
A festa de Maria, Editora Papirus (Campinas)
Cenas da vida, Editora Papirus (Campinas)
Concerto para corpo e alma, Editora Papirus (Campinas)
E aí? - Cartas aos adolescentes e a seus pais, Editora Papirus (Campinas)
O quarto do mistério, Editora Papirus (Campinas)
O retorno eterno, Editora Papirus (Campinas)

Alguns Livros Infantis:

A menina, a gaiola e a bicicleta, Editora Cia das Letrinhas (SP)
A boneca de pano, Edições Loyola (SP)
A loja de brinquedos, Edições Loyola (SP)
A menina e a pantera negra, Edições Loyola (SP)

Filosofia da Ciência e da Educação:

A alegria de ensinar, Editora Ars Poética (SP)
Conversas com quem gosta de ensinar, Editora Ars Poética (SP)
Estórias de quem gosta de ensinar, Editora Ars Poética (SP)

Entre outros...

Fonte: http://www.releituras.com/rubemalves_bio.asp

* Filosofia

"nascemos com a capacidade de aprender como sonhar, e os seres humanos que viveram antes de nós nos ensinaram a sonhar de forma que a sociedade sonha. "

Dom Miguel Ruiz




Don Miguel Ruiz

Nascido em uma família de raízes indígenas, no interior do México, Don Miguel Ruiz cresceu em contato íntimo com a tradição tolteca, mantida viva por sua mãe curandeira e por seu avô, que era um nagual (xamã). Don Miguel Ruiz foi educado para ser também um nagual, mas o contato com a vida moderna acabou levando-o a estudar medicina e a tornar-se cirurgião e professor de cirurgia. Uma profunda crise pessoal reaproximou-o de suas origens e fez com que se dedicasse intensamente durante vários anos ao estudo da tradicional sabedoria tolteca.

O trabalho de Don Miguel concentra-se na questão da emergência do "Sexto Sol" do calendário maia, profetizado pelos ancestrais como um período de excepcionais mudanças planetárias e pessoais. Na tradição tolteca, um nagual é alguém com a função de orientar outras pessoas no sentido da obtenção da liberdade pessoal. Com base na filosofia ancestral, Don Miguel faz uma crítica feroz aos condicionamentos da vida moderna, que conformam todos os indivíduos a uma ideologia alienante e anestésica, que anula o livre arbítrio e a lucidez da consciência. Sob muitos aspectos, a visão de Don Miguel lembra as idéias de pensadores como Herbert Marcuse e Ivan Illitch, que tanto influenciaram a juventude dos anos sessenta. É exatamente esta crítica ao que Don Miguel chama de "Sonho do Planeta" que serve de pretexto para as reflexões astrológicas de Valdenir Benedetti, cuja primeira parte publicamos neste número.


Obras:

O Domínio do Amor,

O Quinto Compromisso,

A Voz do Conhecimento,

Entre Outros....

Fonte: http://www.constelar.com.br