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* Literatura Estrangeira


"A maioria dos leitores dos meus livros, seja jovem ou velho, ou a partir de culturas muito diferentes, me disseram que reagiram, de uma maneira pessoal e imediata, a uma sensação de "determinantes exteriores" em meus romances: a de que eles sentem que estão andando dentro dos meus livros."

Ketherine Neville




Katherine Neville nasceu em St. Louis, Estados Unidos, em Abril de 1945. Especialista em Administração e Gestão de Empresas, foi vice-presidente do Bank of America e consultora para a implementação de sistemas informáticos em organizações da área financeira e das energias, como a IBM e a OPEP. Viveu em seis países e em três continentes, e em metade dos estados dos EUA.

Dessa vasta experiência nasceu O Oito (1988), que se tornou rapidamente num dos maiores bestsellers mundiais. Vinte anos depois publicou O Fogo, sequela do primeiro, que a Porto Editora agora apresenta aos leitores portugueses.

Obras:

O Fogo,(2008),

O Enigmam do Oito(1988),

O Circulo Mágico (1998),

Um Risco Calculado(1992),

Entre outros...

Fonte: http://www.clubedoslivros.org/2010/katherine-neville.html

www.katherineneville.com

* Literatura Brasileira

Paulo Dantas



"Cada Livro possui um destino , sendo um grito ou um desabafo, iluminando nossos fantasmas."

Paulo Dantas

Paulo Dantas nasceu em 1922em Simão Dias, Mora em Recife PE. Completou 85 anos no dia 13 de janeiro. Paulo Dantas é escritor, ensaísta, crítico literário, romancista, ficcionista, biógrafo, josnalista. Autor de vasta obra , detentor dos prêmios Coelho Neto e Afonso Arinos, da Acadêmia Brasileira de Letras . Paulo Dantas encanta com suas joanas imaginárias.Tem um estilo próprio e conciso. A linguagem dantasianaé sua marca . Seus livros de biografias importantes aos estudiosos e pesquisadores, e toda sua obra necessita de reendições. A maioria dos seus livros está com edições esgotadas. Julga que boa parte de sua vida está relacionada ao caribe (por parte de sua avó paterna, senhora Colombiana Carólica, militante, sempre com uma reza na manga) e ao povo judeu (por parte da vó materna, anciã polonesa de cabelos e temperamento vermelhos) e a fusão dessas culturas influência diretamente seu modo de pensar, agir e escrever.

Obras:

Aluisio Azevedo;

O Filho do Mississipi;

Inventação dos Passáros;

Muralhas Cinzentas e Chão de Infância;

Lobo do Palanlto;

Entre Outros.......

Fonte: www.linguagemviva.com.br / www.reileituras.com

Richard Bach (Oak Park, EUA, 1936 - )



" Voar é um passo para expressar o espírito que todos nós
sentimos e que é ilimitado. "
Richard Bach
Quem imaginaria que o maior sucesso do escritor, Fernão Capelo Gaivota, publicado em 1970, foi recusado por todas as editoras de Nova York?
Para ele, entretanto, obstáculos como esse, que surgem quando buscamos realizar aquilo que amamos, fazem parte do aprendizado.
O que importa, segundo ele, é seguir o que o coração está pedindo, pois a vida se encarregará de nos dar de presente pequenas coincidências que nos ajudarão a perseverar em nossa caminhada.
Se há uma linha que corre por todos os meus livros é a da descoberta daquilo que nós realmente somos, dos dons e poderes que nós temos na ponta dos nossos dedos. Todos nós sentimos isso quando crianças. Todo mundo se sente de alguma maneira especial, mas assim que nós aprendemos a falar e crescemos em sociedade, muito freqüentemente nós somos rebaixados. Então nos dizem que há bilhões de pessoas no planeta, que não somos nada de especial. Então muitas pessoas jogam fora aquela pequena chama. E talvez aquela chama seja diminuída e só sobre uma faísca. Mas nós podemos em qualquer tempo da nossa vida lembrar dela, nos permitindo fazer o que nós sempre quisemos fazer. O que cabe a nós fazer não é o que as outras pessoas queriam que nós fizéssemos. É o que nós sentimos que sempre amamos. Acho que esta é a chave para viver uma vida alegre, mas não é uma vida fácil.
Texto da Jornalista: Débora Lerrer Entrevista concedida a Planeta Web
Carlos Drummond




"A minha vontade é forte, mas a minha disposição de obedecer-lhe é fraca".
Carlos Drummond





Biografia
Poeta, cronista, contista e tradutor brasileiro. Sua obra traduz a visão de um individualista comprometido com a realidade social.Na poética de Carlos Drummond de Andrade, a expressão pessoal evolui numa linha em que a originalidade e a unidade do projeto se confirmam a cada passo. Ao mesmo tempo, também se assiste à construção de uma obra fiel à tradição literária que reúne a paisagem brasileira à poesia culta ibérica e européia.Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira MG, em 31 de outubro de 1902. De uma família de fazendeiros em decadência, estudou na cidade natal, em Belo Horizonte e com os jesuítas no Colégio Anchieta de Nova Friburgo RJ, de onde foi expulso por "insubordinação mental". De novo em Belo Horizonte, começou a carreira de escritor como colaborador do Diário de Minas, que aglutinava os adeptos locais do incipiente movimento modernista mineiro.Ante a insistência familiar para que obtivesse um diploma, formou-se em farmácia na cidade de Ouro Preto em 1925. Fundou com outros escritores A Revista, que, apesar da vida breve, foi importante veículo de afirmação do modernismo em Minas. Ingressou no serviço público e, em 1934, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde foi chefe de gabinete de Gustavo Capanema, ministro da Educação, até 1945. Excelente funcionário, passou depois a trabalhar no Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e se aposentou em 1962. Desde 1954 colaborou como cronista no Correio da Manhã e, a partir do início de 1969, no Jornal do Brasil.Predomínio da individualidade. O modernismo não chega a ser dominante nem mesmo nos primeiros livros de Drummond, Alguma poesia (1930) e Brejo das almas (1934), em que o poema-piada e a descontração sintática pareceriam revelar o contrário. A dominante é a individualidade do autor, poeta da ordem e da consolidação, ainda que sempre, e fecundamente, contraditórias. Torturado pelo passado, assombrado com o futuro, ele se detém num presente dilacerado por este e por aquele, testemunha lúcida de si mesmo e do transcurso dos homens, de um ponto de vista melancólico e cético. Mas, enquanto ironiza os costumes e a sociedade, asperamente satírico em seu amargor e desencanto, entrega-se com empenho e requinte construtivo à comunicação estética desse modo de ser e estar.Vem daí o rigor, que beira a obsessão. O poeta trabalha sobretudo com o tempo, em sua cintilação cotidiana e subjetiva, no que destila do corrosivo, no que desmonta, dispersa, desarruma, do berço ao túmulo -- do indivíduo ou de uma cultura.Em Sentimento do mundo (1940), em José (1942) e sobretudo em A rosa do povo (1945), Drummond lançou-se ao encontro da história contemporânea e da experiência coletiva, participando, solidarizando-se social e politicamente, descobrindo na luta a explicitação de sua mais íntima apreensão para com a vida como um todo. A surpreendente sucessão de obras-primas, nesses livros, indica a plena maturidade do poeta, mantida sempre.Alvo de admiração irrestrita, tanto pela obra quanto pelo seu comportamento como escritor, Carlos Drummond de Andrade morreu no Rio de Janeiro RJ, no dia 17 de agosto de 1987, poucos dias após a morte de sua filha única, a cronista Maria Julieta Drummond de Andrade.



"Há livros escritos para evitar espaços vazios na estante".